quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Campus Party

Bom dia a todos!

Depois de muito tempo, volto a escrever algumas palavras no OQQO. Final e começo de ano são sempre complicados, cheio de tarefas e pouco tempo para escrever. Mas agora, pretendo manter o OQQO sempre atualizado.

Somente para conhecimento: vou montar um esquema de links no site. Funciona  de uma forma bem simples: o que tiver sublinhado e destacado é um link para um outro site contendo mais informações. Simples. Isso evita textos muito longos, e ao mesmo tempo dou crédito para quem já escreveu sobre a informação.

Hoje, falarei um pouco da CAMPUS PARTY!

Em poucas palavras: uma galera GEEK se encontrando para falar de tecnologia.

Em suma, trata-se do maior evento de tecnologia, internet e entretenimento eletrônico do mundo. Começou em 1997, e desde então vem crescendo de uma forma impressionante.

Um detalhe importante é que os campuseiros, como são chamados, ficam literalmente acampados no local! Sim, por 7 dias desse ano, o evento ocorreu em São Paulo, no Centro de Exposições Imigrantes, um local com mais de 38 mil km². Os participantes inscritos “dormem” em barracas no galpão, algumas trazidas de casa, outras fornecidas pelo próprio evento. Eu ganhei a minha, podia trazer pra casa quando saísse da Campus. Quanto ao “dormem”... bem, eu dormi pouco, era palestra o tempo todo, fora os eventos dos patrocinadores. Ganhávamos brindes e outras coisas simplesmente participando de gincanas e outras atividades. Ganhamos até uma conta no site da Microsoft, com direito a download de qualquer programa MS (com exceção do Office). Sim, eu agora tenho licenças originais do Windows 7, Windows XP, Windows Vista e Windows Server 2008 R2.

Nesse ano, foram mais de 6000 campuseiros, fora as outras pessoas que estavam somente de passagem. E essa galera toda levou seu computador ou notebook (ou os dois em alguns casos). Considerada a maior rede de entretenimento de computadores, a Campus Party contou com um link de 10GB de Internet, patrocinado pela Telefonica. Considerando que, hoje, a grande maioria possui uma internet de 1MB ou mais, seria 10 mil vezes mais rápido. Se pudéssemos utilizar 100% dessa conexão, poderíamos baixar o conteúdo de um DVD inteiro em questão de 3,76 segundos (considerando cálculos de conexão doméstica) ou em menos de 0,4 segundos (considerando cálculos de conexão empresarial). Um dia chegamos lá.

Você deve estar pensando: só louco nerd vai nessas coisas.

Bem, eu sou um louco nerd. Fui nesse evento, estava querendo ir já há alguns anos com meus amigos. Infelizmente, eles não conseguiram licença do trabalho. É uma pena, pois esse tipo de evento traz um conhecimento que nenhum curso pode agregar. Vivemos em uma era inovadora e tecnológica, fico triste em pensar que muitos chefes e outros administradores não tenham a cabeça aberta para essas situações.

Enfim, ocorreram várias palestras e vários Workshops sobre Modding, robótica, Blogs, Design, Fotografia, Música, Vídeo, Games, Simulação, Desenvolvimento, Segurança e Rede e Software Livre. Assisti a várias delas, inclusive uma de um hacker bem famoso, cuja história já virou filme. Quem não entendia inglês, colocava um fone e ouvia a tradução simultânea. Para mim, foi uma das melhores coisas do evento. O cara é muito fera.

Presenciei workshops de construção de robôs, antenas wireless caseiras, como transformar um controle de vídeo-game em um controle estilo Fliperama, etc. Teve até uma banda que tocava somente músicas e trilhas sonoras de jogos clássicos e alguns animes (quando tocaram o solo de Top Gear e Zelda eu fiquei maluco!)

Compartilhamos MUITOS arquivos na rede. Eu levei meu notebook e meu HD externo de 1 TB (da pra colocar mais ou menos 217 DVDs completos). Baixei nada mais que 750GB de coisas, tanto da rede quanto da internet. Essa parte de "compartilhar" foi muito focada também, envolvendo todas as comunidades possíveis, como Orkut, Facebook, Twitter, e outros. Teve gente que foi para o evento somente para conhecer outras pessoas.

A quantidade de coisas que aconteceram nesses 7 dias foram impressionantes. Sugiro que olhem as fotos no meu Orkut (album 1 e album 2) para terem uma noção básica.

Esse evento, além de extremamente divertido, foi imensamente produtivo. Você começa a aprender novas coisas já na saída de sua cidade, com a caravana do evento. Novas amizades surgem, novos interesses e, principalmente, novas perspectivas de vida e de trabalho.

Isso serve para todas as áreas: se existe um evento/curso/palestra que você sabe que será no mínimo interessante de assistir, vá. Sei que “cada caso é um caso”, mas não fique com medo de pedir licença do trabalho ou escola. No futuro, oportunidades como essas podem não aparecer, e o arrependimento é o único sentimento que ficará na sua cabeça.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

"Foi sem querer... querendo" O acidente de trabalho como ato falho.

O grande número de acidentes é motivo de preocupação e alarme em grande parte das empresas, especialmente na indústria. É, em geral, por causa desse número que se buscam soluções como novos equipamentos de segurança, treinamentos, normas de segurança mais rígidas, entre outras respostas. Há quase um consenso entre as pessoas envolvidas na árdua tarefa de reduzir o número de acidentes, de que tal tarefa é tão difícil por causa de problemas de comportamento dos trabalhadores. Isso significa, quase sempre, que os trabalhadores têm conhecimento sobre os riscos da atividade e sobre como preveni-los, mas não o fazem porque “não querem”, ou “não prestam atenção”.

Cabe aqui um questionamento. Será que o acidente é apenas isso, um acaso, uma falta de atenção? Ou será que ele revela mais do que, a princípio, podemos perceber? Neste artigo pretende-se utilizar o conceito psicanalítico de ato falho para entender o acidente de trabalho. A psicanálise é conhecida, principalmente, pela clínica freudiana e seus famosos (e muitas vezes errôneos) clichês, ligados a conceitos como Inconsciente e Complexo de Édipo. Freud, no entanto, também se dedicou a entender a sociedade como um todo, e como as normas e regulações da cultura afetam o psiquismo do homem.

Freud defende que o homem é um ser dividido entre as regras morais da cultura e seus desejos inconscientes, que ignoram essas regras. Os conteúdos do inconsciente são indesejados pelo ego (consciência), e por isso este exerce uma censura para impedir que esses conteúdos tornem-se conscientes. No entanto, esses conteúdos encontram várias formas de se manifestar, desviando da censura através da utilização de símbolos. Algumas dessas formas são o sonho, o chiste e o ato falho, sendo este último um conceito que, como pretende demonstrar este artigo, pode ser aplicado aos casos de acidente de trabalho.

O ato falho é qualquer ação que teve sua intenção desviada, ou seja, uma ação cujo resultado foi equivocado. Como exemplos, podem ser citados os casos de esquecimentos ou erros nos nomes de pessoas ou lugares, datas, erros na pronúncia de palavras, movimentos desastrados (deixar cair ou quebrar algo), tropeçar, cair, perder objetos, enfim, uma série de pequenos erros que todos cometemos em nosso cotidiano. Freud afirma que o ato falho é um ato sintomático, o que significa que ele surge do conflito de duas intenções, uma consciente e outra inconsciente, que resulta em um acordo, que é o próprio ato falho. O ato falho, então, é uma forma de um determinado (ou vários) conteúdos inconscientes se manifestarem indiretamente, sem que tenham que ser totalmente expostos à consciência, pois isso geraria desprazer. Assim, o ego não precisa “tomar consciência” desse desejo inconsciente, e este por sua vez encontra sua satisfação.

A “categoria” de atos falhos, se é que se pode dizer assim, que mais se aproxima dos casos de acidente de trabalho é a dos equívocos na ação. Os equívocos na ação são definidos por Freud como os casos em que o efeito falho, ou seja, o desvio do que foi intencionado, é o elemento essencial. Assim, ele afirma que movimentos aparentemente desajeitados são, na realidade, extremamente hábeis e conseqüentes, no sentido de cumprir o objetivo inconsciente, como por exemplo, destruir um objeto específico e deixar intactos todos os outros que estão ao redor. Esses movimentos têm um caráter violento e impetuoso, mas mostram-se regidos por uma intenção e alcançam seu objetivo com uma segurança que os movimentos voluntários conscientes não costumam possuir. Assim, deixar cair, derrubar e quebrar objetos são atos usados com freqüência para expressar cadeias inconscientes de pensamentos.

Da mesma forma, dar um passo em falso ou escorregar, ou seja, sofrer um quase acidente, não deve ser sempre interpretado como uma falha acidental das ações motoras. Para Freud, a queda pode ser um produto da neurose, uma expressão das mesmas fantasias inconscientes que são as forças motoras por trás dos sintomas. Freud desenvolveu a teoria de que muitos ferimentos aparentemente acidentais sofridos pelos neuróticos são lesões auto-infligidas, uma vez que há uma tendência à autopunição. Mas mesmo nas pessoas não-neuróticas, “normais”, esses atos podem ser interpretados como manifestações de desejos inconscientes. É preciso tomar cuidado, especialmente no caso dos acidentes de trabalho, com a tendência de culpar o indivíduo, senão pela falta de atenção, pelo “desejo inconsciente de se machucar”. A idéia de comparar o acidente de trabalho com o ato falho não é esta.

Isso porque este indivíduo está inserido em uma organização, que tem processos culturais e formas de organização do trabalho específicas, as quais têm grande efeito sobre sua subjetividade. O que se defende é que o acidente de trabalho, à luz da teoria freudiana dos atos falhos, pode ser entendido como uma forma que o trabalhador encontra de manifestar conteúdos inconscientes ligados à organização da qual faz parte. A partir desta sentença, pode-se imediatamente pensar em insatisfação com o trabalho, com a remuneração, etc., mas não se trata apenas disso. Esta pode ser uma forma de manifestar questões problemáticas na cultura da empresa, na relação com os colegas de trabalho ou com a liderança, ou seja, padrões de funcionamento problemáticos da organização. Importante lembrar que é o trabalhador que se adapta à cultura da empresa, e não o contrário, ou seja, a cultura de uma organização é um sistema maior que cada pessoa que faz parte dela.

É preciso ressaltar que esta não pretende ser uma explicação única e universal para a ocorrência dos acidentes de trabalho. Trata-se de uma possibilidade teórica que precisa ser mais explorada, a fim de verificar quais são suas possíveis aplicações e benefícios. Mesmo sem essa exploração, no entanto, já é possível afirmar que a famosa resposta “foi sem querer” não pode mais ser aceita, a não ser que venha acompanhada de seu complemento, “foi sem querer... querendo”.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

SPAM - Duvidas constantes

Afinal, você sabe realmente o que é SPAM?

Esse termo vem incomodando todos os usuários de internet nos últimos anos. O termo em si nasceu só em 1994, mas faz parte da rede mundial de computadores desde 1978 quando deu as caras na ARPANET, a primeira rede de computadores.

Mas afinal, o que é SPAM?

Na verdade, SPAM vem de "Spiced Ham", ou Carne de Porco Apimentada. Surgiu de um dos filmes do Monte Pyton, onde eles ficam repetindo essa palavra de uma forma chata. Dai a adaptação para TODOS OS EMAILS NÃO SOLICITADOS que recebemos. Se você recebeu uma noticia de um site que não se cadastrou, ou propagandas de quaisquer coisas de empresas que você jamais entrou em contato, parabéns, você recebeu um SPAM.

Em 1978, um funcionário da empresa DEC resolveu fazer uma propaganda do seu novo sistema, mandando um e-mail para todos da lista da Arpanet. Deu-se origem ao SPAM.

Mas não foi ai que o termo ficou conhecido e mundialmente famoso. Apenas em 1994, quando os advogados Canter e Siegel fizeram uma apresentação da sua empresa, enviando para uma lista inteira de distribuição (que hoje existe um grupo@qualquercoisa.com , mas antigamente eles colocaram cada email no campo "para", imagina o tamanho só do cabeçalho).

A revolta foi imediata. Vários e-mails de indignação foram enviados a dupla de advogados, e, em um deles, um jovem internauta fez referencia ao SPAM de Monte Tom. Agora sim, o mundo sabe o que é SPAM.

Mas e daí? Se eu recebo, simplesmente apago.

É, infelizmente não ficou só nisso. Era muito fácil de ver o potencial da nova "ferramenta", tanto para o bem quanto para o mal.

Hoje, praticamente todo tipo de fraude sob internet se passa por spam. Vírus, trojans, spywares, tudo que se pode imaginar pode estar na sua caixa de e-mail. (Quem não entendeu a diferença entre esses termos, farei uma nova abordagem em breve.)

Spams mais conhecidos:

- Chain Letters - sabe aquela corrente, que se você não passar para 30 amigos em 5 minutos, você terá azar no amor por 18 anos? Sim, SPAM.

- Hoaxes (Boatos) - você tem um amigo do primo do tio da sua cunhada que acordou numa banheira sem os órgãos dentro de uma banheira de gelo? Sim, SPAM.

- Propagandas - Desde computadores até Viagras que não foi solicitado? Sim, SPAM

- Ameaças/Brincadeiras/Difamação - Se você não depositar 10 mil reais na minha conta, vou mostrar umas fotos para sua noiva! (Cuidado com a consciência pesada...)

- Pornografia - Clique AQUI para ver a Mãe Diná Pelada!

- Códigos Maliciosos - Copie e cole esse código no seu navegador e você terá acesso irrestrito ao FBI!

- Fraudes - Email do banco do BraZil (sim, com Z. Uma forma fácil de identificar SPAM é analisar os erros de português, já encontrei cada um...)

- Spit/Spim - Spam sob IP/ Spam Sob Instant Messenger - Do nada no seu MSN, uma pessoa que você não fala há séculos: oi! tirei novas fotos! rs! Clique aqui para baixar.

- Rede de relacionamentos - Cuidado com Orkut, Twitter, Facebook que na verdade não são Orkut, Twitter e Facebook.


Seja qualquer uma das opções acima, você pode entrar numa fria. Desde instalar um vírus ou qualquer semelhante na sua maquina, bem como ter suas senhas roubadas, até de banco se não cuidar.

Evite a todo custo. Não sabe o que é e achou suspeito, manda embora.

Sempre mantenha seu antivírus atualizado (normalmente fazem sozinhos, mas verifique de vez em quando), tenha seu Firewall ativado (pode ser o do Windows ou do Linux mesmo, mas se possível, instale um mais robusto) e passe um anti-spam de vez em quando (Spybot e Ad-Aware são os mais conhecidos e fazem um bom trabalho).

Não seja um clickador compulsivo. "Seu computador vai explodir em sete..." SIMMMMMMM!!!!! Calma. Leia a mensagem inteira.

Importante: hoje, grande parte dos SPAMS tem um destino, a caixa de SPAM do e-mail. Caso você receba um diretamente na sua caixa de e-mail, encaminhe este e-mail para mail-abuse@cert.br. Esses caras bloquearão esse SPAM "para sempre", pelo menos até o criador inventar mais um.

Então, em suma, CUIDE! Não é brincadeira. Qualquer erro nisso pode causar uma imensa dor de cabeça. Se ainda tem dúvidas, converse com alguém com um pouco mais de conhecimento, ou pesquise no Google.

Muitas informações retirei do site http://www.antispam.br/. Quem tiver interesse (e tempo), vale à pena a leitura completa.

Um bom início de Dezembro!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Continuação: Qual máquina eu compro? - Placa de Vídeo

 Vamos continuar com nosso papo sobre qual máquina comprar.


Placa de Vídeo – eu já perdi a conta de quantos modelos lançam todo o mês, não necessariamente melhores que as anteriores, mas possuem pelo menos um custo mais barato e ainda existe o aperfeiçoamento de uma mesma tecnologia. Todo computador tem uma placa de vídeo, que pode ser “onboard”, ou seja, vem junto com a placa mãe; ou “offboard”, é uma plaquinha a mais conectada no seu PC.
o   Onboard – Em quase 100% dos casos, a placa de vídeo onboard é da marca do CHIPTSET da placa mãe (SiS, ViA, Intel, etc.). Se você utiliza apenas o básico ou até mesmo um avançado sem partes gráficas, a onboard da conta do recado. Além de economizar energia do PC, você economiza dinheiro.
o   Offboard – a lista de placas é enorme, e poderíamos criar um texto tão grande quanto esse somente para explicar sobre placas de vídeo. As vezes, o modelo muda apenas um numero e muda tudo sobre o produto. A placa de vídeo é separada em duas “marcas”: a do criador do chip gráfico e a da fabricante da placa. Do chip fica fácil: nVidia ou ATI, basicamente.
§  ATI x nVidia: no início dos tempos, ATI dominava o mercado. No meio dos tempos, a nVidia acelerou e ultrapassou. Hoje, o páreo é acirrado. Se a nVidia lança um modelo melhor, a ATI lança uma igual ou melhor logo em seguida, e vice-versa. É claro que no final das contas ambas tem prós e contras, mas você no fundo terá uma boa placa de vídeo. Agora, se você quer a melhor, se apegue aos detalhes, como capacidade de processamento (bits), capacidade de armazenamento (em megabytes) e capacidade de transferência (clock).
·         BITS: o item mais importante da placa de vídeo, até mesmo mais que memória. Prefira uma placa de 128 bits e 128mb do que uma com 64 bits e 512 mb. Esses “bits” é a quantidade de informação que será processada ao mesmo tempo (a grosso modo).
·         Memória: importante, ainda mais se você tem um monitor grande. Se você quer jogar/trabalhar com uma resolução de tela boa, sua placa de vídeo deve ter memória para armazenar o tamanho da tela. Quanto maior a quantidade de informações necessárias na tela, mais memória de vídeo será utilizada.
·         Clock: é a velocidade, igual ao que existe nos processadores. Hoje já temos placas de vídeo com a mesma velocidade de um processador topo de linha. Placas de vídeo desse tipo chegam a custar R$ 3000
§  Fabricantes – elas usam a patente ou da AMD ou da nVidia e criam uma placa de vídeo com suas próprias características, sejam elas quais forem. Temos XFX, MSI, ASUS, Sapphire, PixelView, eVGA, ECS, INNO3D, e por ai vai. Umas viabilizam custo, outras performance. Algumas fabricantes chegam até a melhorar o desempenho dos chips. Todas possuem linhas baratas e linhas caras, vai do gosto e do bolso.
o   OBS.: a placa de vídeo é um item delicado. Se você quer processamento de vídeo para algum tipo de aplicativo mas ainda está confuso, não exite de conversar com alguém que entenda. Infelizmente, nem todo vendedor é gente boa, as vezes nem entende do que está vendendo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Twitter: que ferramenta é essa?

Meu pai fez uma pergunta interessante. Afinal, que bagulho louco é esse tal de Twitter?

No Brasil, o Twitter (http://twitter.com) está ficando bem famoso. Inicialmente, era utilizado somente por algumas pessoas que acompanham o mundo das redes sociais na internet, como Orkut e Facebook. Hoje, empresas já utilizam a ferramenta para divulgar promoções e atrair cada vez mais pessoas voltadas para o mundo da Web.


Mas afinal, o que é Twitter?

Retirado do Wikipedia:

"Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Web, por SMS e por softwares específicos instalados em dispositivos portáteis como o Twitterberry desenvolvido para o Blackberry."

Show de bola, hein. Explicado.


Bem, melhorando um pouco com minhas palavras:

O slogan do Twitter se resume a uma pergunta: "O que estou fazendo?". Por idéia, o Twitter tinha o objetivo de simplesmente ser uma rede de comunicação rápida e prática, onde todos poderiam saber o que você está fazendo no momento. Então, quando lhe vier à cabeça, você entra no site (ou envia mensagem do celular se você o tiver cadastrado na sua conta do Twitter, ou compra um aparelho especial para somente enviar mensagens para o Twitter) e escreve: "Hm, está quente hoje, vou comprar um sorvete".

Pronto, você usou o Twitter para o que ele originalmente foi criado por Jack Dorsey, em 2006.

Hoje é muito utilizado por artistas e outros profissionais. Adoro acompanhar uma galera do CQC que tem Twitter. Há algum tempo, até teve um "semi-escandalo" envolvendo a rainha Xuxa. Sua filhota escreveu cena com S, e a reposta às críticas foi um tanto, como posso dizer, demais. Quem tiver interesse, digita "Xuxa sasha twitter" no Google.

Entretanto, a ferramenta tomou um percurso muito mais audacioso. Em um ano, o Twitter já havia se consagrado a terceira melhor rede social, passando inimigos antigos como o Facebook. Foi esse poder que despertou o interesse de milhares de outras pessoas e, é claro, empresas.

Uma empresa eletrônica que usa o Twitter hoje é o Submarino. Quem é cadastrado e optou por receber as mensagens de promoção no e-mail, pode notar que tem uma logo bem grande no fim do e-mail: "Acompanhe nosso Twitter para promoções exclusivas!". E realmente tem. Se não me engano, o EXTRA uma vez informou que da 00:00 as 05:00, teriam 5 TVS LCDs escondidas no site a R$ 10,00. O número de acessos aumentou 500%.

"Po, 10 real? Eles não estão no prejuízo não?"
Vamos chutar alguns números: digamos que as 5 pessoas acharam as TVs. E outras 5000 pessoas que não conseguiram, viram um produtinho "em promoção". "Hm, já que estou aqui, vou comprar". Marketing, amigos.


Eu tenho Twitter. Tentei utilizá-lo, mas EU não gostei muito. Querendo ou não, você tem que ter tempo para manter uma ferramenta dessa atualizada. Ou dinheiro, para comprar um pacote de internet para o celular e ficar mandando mensagens o tempo todo. Como ambos estão limitados para mim, vamos ficar aqui pelo blog mesmo.

Um abraço a todos, e uma excelente semana de trabalho.

Continuação: Qual máquina eu compro? Placa Mae

Mais um dia agradável em Curitiba. Segue continuação do nosso texto "Qual máquina eu compro?". Agora falando um pouco de placa mãe.


Placa-mãe – em caso de notebook, você não tem muita escolha. Quase todos notebooks (pertencentes a uma mesma linha de uso) possuem uma placa mãe parecida, senão for igual. Para PC, cuidar:
o   Foxconn – a Foxconn é uma das empresas de tecnologia mais antigas do mercado. Você pode não ter visto equipamentos dela, mas os componentes de uma placa mãe (por exemplo o slot de encaixe de placas externas) são fabricados por essa empresa a anos. Hoje, você já encontra algumas placas com essa marca, e valem a pena se você quer um custo baixo com uma qualidade legal.
o   PCCHips – por histórico conhecido, essas placas davam muito problema no passado.  Dizem que hoje elas estão melhores. Digo “dizem” porque eu me afastei radicalmente dessa marca, por questões preconceituosas mesmo. Com o mesmo valor, consigo outras marcas.
o   ECS – essa é uma das “outras marcas”. A ECS tem linhas de placa mãe muito boas.
o   Gigabyte – essa empresa possuem linhas baratas e linhas extremamente caras. Trabalhei com ambas e digo que fiquei contente com o resultado. O custo dela ainda é melhor do que outras que estão no mercado.
o   Intel – a própria Intel fabrica placas-mãe. Gosto também, e são bem conhecidas por terem estabilidade, aquelas máquinas que ficam dias e dias sem desligar e não prejudicam a performance.
o   MSI – mais conhecida por possuir placas TOP de linha com performance alta. Muita gente não troca essa marca, mas as placas boas realmente são somente as mais caras, em minha opinião. As séries simples deixam a desejar.
o   Asus – acredito que seja a mais popular. Hoje, praticamente todos os modelos são boas, desde as simples até as mais robustas. Tem o inconveniente do preço, mas realmente são boas pedidas. Porém, para modelos simples, ainda prefiro uma Gigabyte ou ECS.
o   Space BR – placa mãe nova, com raízes brasileiras. Alguns PCs pré fabricados estão vindo com essa placa. Não ouvi quase nada sobre ela, nem noticias boas nem ruins.
o   OBS: cada placa mãe tem N itens a serem considerados. Em minha opinião, a mais importante é o CHIPSET, ou seja, o cara que controla ela. Para usos simples, você pode optar por placas com CHIPSETs das marcas SiS ou ViA. Para performance melhores opte por Intel, nForce ou ATI. Fique atento as configurações! Hoje, praticamente todas as marcas já possuem o modelo do CHIPTSET descrito nos detalhes do produto.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"Fakes" da vida real


Desbaratinando um pouco da vida técnica, vai um texto da minha vida real para vocês.


Um bom final de semana a todos.




Um dia de trabalho qualquer. Pelo menos era o que eu esperava.

Comecei com o básico: chequei meus e-mails, respondi as coisas mais urgentes, e segui para a cozinha. Lugar maravilhoso, cheio de coxinhas e pedaços de bolo do dia anterior de um aniversário ao qual nem estava presente, pois estava trabalhando. Deliciei-me e voltei ao trabalho.


Deparei-me com um problema no trabalho mais cansativo que eu estava realizando. E tenta contornar dali, contornar de lá. Nada. Tudo errado. TUDO errado.
Dor de cabeça. Recorre-se a velha amiga aspirina. Na verdade duas, uma não faz nada. E tenta mais uma vez. Nada.

Olho no meu celular. 11:45. Horário perfeito para o primeiro “fake” real do dia. Banheiro. Quem nunca foi ao banheiro 10 ou 15 minutos antes do horário de sair que atire a primeira pedra. Impressionantemente, realmente deu vontade de aliviar um pouco. Sempre acreditei na vontade de ir no banheiro só de ouvir a torneira pingando.

Meio dia! Ah, só falta mas um período. Vamos comer. Estou meio pançudinho, mas o que importa? Eu trabalho, mereço comer. Sei...


Hora de voltar. Fazer o que, mas vamos lá! Celular toca... hora do “fake” real 2. Em menos de um almoço, a tela havia rachado por dentro do vidro de proteção, ou seja, quebrou a tela mesmo. Parecia uma teia de aranha colorida.
Não consigo ver quem é, e nada me resta a não ser atender com voz de desânimo. “Alo....”. Minha namorada, perguntando o que foi e, após explicar o incidente, uma palavrinha que vale por mil: “Putz...”.


Enfim, bola pra frente. Tenho que comprar um celular. O 13º, que pretendia guardar inteiro, vai para um aparelhinho de R$ 300,00. Afinal, o de R$ 150 não é bom o suficiente. No fim, acabamos usando telefone e mensagem. Mas tem que ter Bluetooth né? O que é um celular sem essa tecnologia hoje...

Pensei comigo: “o autenticador do meu joguinho favorito estava no celular! FO%$*!”. Ainda bem que desabilitei essa função, pois estava emprestando a minha senha para um amigo brincar de vez em quando. Mais sorte que juízo.

Tudo bem... deu mais algumas coisas erradas no trabalho, mas nem esquento a cabeça. Afinal, vou poder chegar em casa e relaxar no meu jogo.


Chegando em casa... ligo meu super notebook. É, comprei um parrudão, um sonho de consumo de anos já. Vai durar para sempre! Hm, vai?

Essa semana eu tive que solicitar a troca da placa mãe. Mas tudo bem, acontece. Instalei a nova versão do Windows, que eu já tinha testado em outras máquinas e ficou super bom. Bem, na minha não podia ser diferente, certo? Errado. Deu alguma incompatibilidade e ferrou com tudo. Esse é o “fake” real numero 3. Enfim, já puto da cara, coloco o CD de recuperação do sistema antigo, e começo o processo. Enquanto isso, tomo um banho, como uma bolaxinha velha, e o tempo vai passando...

100%! Instalar vídeo, som e programa de comunicação com os amigos! Ae, consegui jogar...

Terminando a brincadeira, e antes de ir dormir, começo a realmente instalar as coisas no notebook. E adivinha? Deu certo. Claro, quando não se precisa mais, dá certo...

No final das contas, lei de Murphy existe.