sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"Fakes" da vida real


Desbaratinando um pouco da vida técnica, vai um texto da minha vida real para vocês.


Um bom final de semana a todos.




Um dia de trabalho qualquer. Pelo menos era o que eu esperava.

Comecei com o básico: chequei meus e-mails, respondi as coisas mais urgentes, e segui para a cozinha. Lugar maravilhoso, cheio de coxinhas e pedaços de bolo do dia anterior de um aniversário ao qual nem estava presente, pois estava trabalhando. Deliciei-me e voltei ao trabalho.


Deparei-me com um problema no trabalho mais cansativo que eu estava realizando. E tenta contornar dali, contornar de lá. Nada. Tudo errado. TUDO errado.
Dor de cabeça. Recorre-se a velha amiga aspirina. Na verdade duas, uma não faz nada. E tenta mais uma vez. Nada.

Olho no meu celular. 11:45. Horário perfeito para o primeiro “fake” real do dia. Banheiro. Quem nunca foi ao banheiro 10 ou 15 minutos antes do horário de sair que atire a primeira pedra. Impressionantemente, realmente deu vontade de aliviar um pouco. Sempre acreditei na vontade de ir no banheiro só de ouvir a torneira pingando.

Meio dia! Ah, só falta mas um período. Vamos comer. Estou meio pançudinho, mas o que importa? Eu trabalho, mereço comer. Sei...


Hora de voltar. Fazer o que, mas vamos lá! Celular toca... hora do “fake” real 2. Em menos de um almoço, a tela havia rachado por dentro do vidro de proteção, ou seja, quebrou a tela mesmo. Parecia uma teia de aranha colorida.
Não consigo ver quem é, e nada me resta a não ser atender com voz de desânimo. “Alo....”. Minha namorada, perguntando o que foi e, após explicar o incidente, uma palavrinha que vale por mil: “Putz...”.


Enfim, bola pra frente. Tenho que comprar um celular. O 13º, que pretendia guardar inteiro, vai para um aparelhinho de R$ 300,00. Afinal, o de R$ 150 não é bom o suficiente. No fim, acabamos usando telefone e mensagem. Mas tem que ter Bluetooth né? O que é um celular sem essa tecnologia hoje...

Pensei comigo: “o autenticador do meu joguinho favorito estava no celular! FO%$*!”. Ainda bem que desabilitei essa função, pois estava emprestando a minha senha para um amigo brincar de vez em quando. Mais sorte que juízo.

Tudo bem... deu mais algumas coisas erradas no trabalho, mas nem esquento a cabeça. Afinal, vou poder chegar em casa e relaxar no meu jogo.


Chegando em casa... ligo meu super notebook. É, comprei um parrudão, um sonho de consumo de anos já. Vai durar para sempre! Hm, vai?

Essa semana eu tive que solicitar a troca da placa mãe. Mas tudo bem, acontece. Instalei a nova versão do Windows, que eu já tinha testado em outras máquinas e ficou super bom. Bem, na minha não podia ser diferente, certo? Errado. Deu alguma incompatibilidade e ferrou com tudo. Esse é o “fake” real numero 3. Enfim, já puto da cara, coloco o CD de recuperação do sistema antigo, e começo o processo. Enquanto isso, tomo um banho, como uma bolaxinha velha, e o tempo vai passando...

100%! Instalar vídeo, som e programa de comunicação com os amigos! Ae, consegui jogar...

Terminando a brincadeira, e antes de ir dormir, começo a realmente instalar as coisas no notebook. E adivinha? Deu certo. Claro, quando não se precisa mais, dá certo...

No final das contas, lei de Murphy existe.

3 comentários:

  1. Fatiou: Pelo jeito você também é vítima de de fenômenos sobrenaturais que fazem parte dos mistérios da paracomputação.

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  2. realmente. mande uma historia sua! =)

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  3. Meu... que barato isso aqui!!
    Eu já estava gostando dos artigos "técnicos", mas depois desse... posso te ver contando essa história! :D

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